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O OPAC – Observatório Português das Atividades Culturais é uma estrutura constituída em dezembro de 2018 no Iscte-Instituto Universitário de Lisboa no quadro do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-Iscte) que é a instituição responsável pelo seu funcionamento e coordenação científica. Tem como missão o estudo, produção e disponibilização pública de informação rigorosa e atualizada nos diversos domínios culturais visando desta forma contribuir para os debates atuais na sociedade portuguesa e para a formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas.

 

 

Diretor: José Soares Neves (Iscte-Instituto Universitário de Lisboa, CIES-Iscte) 

Destaques

Destaques

ENCONTROS OPAC#2

No próximo dia 20 de fevereiro, pelas 14h30, retomaremos os Encontros OPAC. Em destaque estão os desafios metodológicos inerentes a estudos de públicos de grandes eventos culturais, em particular o DOCLISBOA – Festival Internacional de Cinema, tendo como oradores José Soares Neves, Jorge Santos e João Pedro Monteiro.

Nos Encontros OPAC apresentam-se projetos com a participação do Observatório Português das Atividades Culturais, convidando investigadores, docentes, estudantes e demais interessados para o debate em torno da Cultura.

 

Entrada livre.​

2.º encontro OPAC.jpeg

Os Monumentos Nacionais de Portugal e a abertura ao público (2017-2022)

Novo indicador OPAC

Por ocasião da disponibilização das Estatísticas da Cultura 2022 (INE), publicamos um novo INDICADOR OPAC referente aos Monumentos Nacionais visitáveis, não contemplados nas estatísticas oficiais.

Este trabalho resulta do Inquérito aos Monumentos Nacionais de Portugal (IMNP), um projeto anual do OPAC, implementado em 2019, com o objetivo de construir séries estatísticas sobre a utilização e acesso público, os visitantes e os recursos humanos dos Monumentos Nacionais visitáveis em Portugal.

  • Aceda ao novo indicador aqui

Conferência Internacional CISOC
Impacto social: as pessoas no centro das organizações culturais

Conferência organizada pelo Plano Nacional das Artes (PNA) e pelo OPAC - Observatório Português das Atividades Culturais, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, o ICOM Portugal, o Museu de Lisboa e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

Nela será apresentado o Compromisso de Impacto Social das Organizações Culturais, uma medida do eixo da política cultural do PNA, dirigida a museus, bibliotecas, arquivos, teatros, centros culturais ou centro de artes. A conferência constitui um momento de reflexão e debate sobre as problemáticas do impacto social na área cultural e na gestão das organizações, com a apresentação de experiências práticas.

Tem como principais destinatários: decisores políticos, dirigentes e técnicos do sector cultural, de instituições patrimoniais e de criação e produção artística, investigadores, membros de organizações do terceiro sector, professores e estudantes.

A conferência é acreditada para docentes pelo CFAE-A23.

A participação é gratuita, sujeita a inscrição.

Site conferência: https://conferencia.pna.gov.pt/cisoc/

Site CISOC: https://www.pna.gov.pt

Democracia Cultural e Políticas Públicas: o papel do associativismo popular

Artigo de José Soares Neves, Maria João Lima, Jorge Santos, Sofia Costa Macedo, Artur Martins, Sérgio Pratas, Jéssica Pereira e Nuno Nunes na revista Análise Associativa  nº 10, maio de 2023.

A temática da democracia cultural e a relevância do associativismo popular e das políticas públicas que a poderão consolidar, constituem desafios centrais para o aprofundamento da sociedade e democracia portuguesas. Este é um artigo introdutório que visa abrir horizontes de investigação sobre as relações entre o que está consagrado na Constituição da República Portuguesa em relação à cultura enquanto bem público, de e para todos, com os meios para a sua efetiva concretização, nomeadamente através das associações populares e de adequadas políticas públicas. Naturalmente, que os objetivos de produção cultural não se esgotam neste triângulo relacional democracia cultural-associativismo popular políticas públicas, mas certamente que ele é incontornável para um desenvolvimento cultural mais diverso, justo, inclusivo e integral. O artigo começa por discutir as diversas opções de geometria variável que as sociedades poderão tomar entre a democratização cultural e/ou a democracia cultural, discussão que marca as principais opções culturais contemporâneas, bem como o papel que o contexto associativo português assume atualmente. Para esta discussão, o Inquérito Nacional às Associações de Cultura, Recreio e Desporto, principal instrumento metodológico deste artigo, constituiu a base para uma mais apurada compreensão das práticas culturais no associativismo popular português, e para alguma reflexão sobre problemas e obstáculos que se colocam a uma política associativa cultural para o nosso país.

 

  • Aceda ao número 10 da revista análise associativa aqui

Os museus da Rede Portuguesa de Museus em 2022

Criada em 2000, a Rede Portuguesa de Museus integra atualmente 165 museus de todo o país. Por ocasião do Dia Internacional dos Museus, disponibilizamos o indicador que dá conta da evolução desta Rede.

 

  • Aceda ao novo indicador aqui

Da Salvaguarda à Valorização: Os Monumentos Nacionais de Portugal e a Abertura ao Público em 2021

O objeto deste relatório é o quarto inquérito aos Monumentos Nacionais de Portugal, realizado entre abril e julho de 2022.

Este inquérito teve dois objetivos específicos: atualização das séries estatísticas para 2021 sobre a utilização e acesso público, os visitantes – incluindo um módulo específico sobre os Monumentos Nacionais inquiridos que integram os sítios Património Mundial da UNESCO em Portugal - e os recursos humanos.

 

  • Aceda ao novo relatório aqui
     

  • Para mais informações e outros produtos do estudo “Da Salvaguarda à Valorização: Os Monumentos Nacionais de Portugal e a Abertura ao Público“ desenvolvido pelo OPAC, aceda aqui

O património imóvel avesso à estatística? Os Monumentos Nacionais e o acesso público

Artigo de Jorge Santos, Sofia Costa Macedo, José Soares Neves e Ana Paula Miranda publicado na revista SOCIOLOGIA ON LINE, n.º 30, dezembro 2022, pp. 30-58.  DOI: 10.30553/sociologiaonline.2022.30.2

 

Discute-se neste artigo a questão da utilização das estatísticas oficiais nacionais para aferição do acesso público ao património cultural imóvel em Portugal. A metodologia é quantitativa, com recurso ao inquérito por questionário, cujo preenchimento foi solicitado aos responsáveis dos Monumentos Nacionais (MN), e que incidiu nas seguintes dimensões: acesso, visitantes, valências, pessoal afeto e atividades. O trabalho de campo decorreu em 2019 e 2020 e permitiu recolher dados para o período entre 2017 e 2019. A base empírica é constituída por MN visitáveis (n=172 em 2019 e n=166 em 2020).  Os resultados obtidos são apresentados em dois planos: a caracterização dos MN inquiridos e o volume e evolução dos visitantes.

Ao contrário do que a ausência prolongada de estatísticas nacionais sobre o património cultural imóvel deixaria supor, não se trata de um domínio avesso à sua medição. Se isso pode ser assim para o conjunto do património classificado, muito heterogéneo de vários pontos de vista, demonstra-se que uma parte relevante, constituída pelos Monumentos Nacionais visitáveis, pode, e deve ser objeto de inquérito regular tal como acontece com outros equipamentos e atividades culturais.

 

Aceda ao artigo aqui

Notícias

Entrevista a José Soares Neves - Diretor do Observatório Português da Atividades Culturais (OPAC)

No âmbito da rubrica “Um Olhar Sociológico Sobre a Crise COVID-19” o Observatório das Desigualdades convidou o diretor do OPAC - José Soares Neves - a refletir sobre os impactos desta crise na cultura. 

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